quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Quem disse que o diabo é o pai do rock?

     Sempre tem gente que tenta roubar os créditos para si. Esse é o caso do diabo, que tenta se apoderar da música e seus estilos. Jesus Cristo disse que o diabo é um mentiroso e só quer matar, roubar e destruir.
     Já a banda Oficina G3 quer transmitir uma mensagem de transformação, mudança de caráter e fazer cada pessoa refletir sobre o que, afinal, estamos fazendo neste planeta e quem foi que nos colocou aqui.
     O Oficina G3 foi fundado em 1987 em São Paulo e já lançou oito álbuns gravados em estúdio, dois ao vivo, quatro coletâneas e três dvd's. O Oficina G3 já passou por diversas fases tocando desde rock clássico, hard rock, pop rock e acústico. Mas a verdade é que a música deles acontece quando a guitarra de Juninho Afram coloca a distorção no talo e se ouvem bases, riffs e solos inspiradores.
     O terceiro trabalho da banda foi lançado em 1996, intitulado Indiferença e se tornou um clássico.



     Uma das melhores canções desse álbum é a faixa-título Indiferença. Tudo começa com Juninho fazendo um belo riff em sua guitarra e o baixo, bateria e teclado entram com uma base com algumas pitadas de funk. As coisas ficam melhor ainda quando o excelente vocalista Luciano Manga começa a dar o seu recado, com uma voz marcante que nunca foi esquecida pelos fãs da banda, pois depois desse álbum ele resolveu obedecer ao chamado de ser pastor e abriu espaço para a entrada de outro vocalista. Manga gravou outros trabalhos mais "calmos" que ficaram excelentes, mas eu ainda prefiro os tempos de Oficina G3. Ao vivo, era comum vê-lo andando de skate no palco enquanto cantava. Destaque, ainda, para o excelente solo de Juninho. 
     Deus criou todas as coisas, inclusive o rock. O diabo é só um ladrão derrotado. É bom ver que os filhos de Deus estão honrando o Pai deles com o bom e velho rock'n roll. Bom, chega de falar, agora é hora de ouvir.
     
Clipe de Indiferença - Oficina G3


sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Repercutindo: o Procon fecha duas lojas da Rede Nacional

     Parece que não é apenas este humilde blogueiro que viu problemas no Nacional Supermercados. O Procon fechou hoje as lojas localizadas na Avenida Aureliano Figueiredo Pinto, esquina com Múcio Teixeira, no bairro Cidade Baixa, e na Avenida Nilo Peçanha, esquina com a Rua Carazinho, no bairro Bela Vista.
     Tudo aquilo que eu havia escrito em 14/06/2014 e 17/08/2014 se confirma agora nessa ação do Procon. Mas eu insisto: esses problemas existem em toda a Rede Nacional. Se o Procon quiser, vai fechar todas as lojas da rede, porque o problema deles está localizado naquilo que eles acham que é importante e isso não inclui o consumidor.
     Então, eis a má notícia: o Procon pode multar em milhões o Nacional, mas nada vai mudar. Os problemas vão continuar acontecendo. Sam Walton, o famoso fundador do Waltmart deve estar se revirando debaixo da terra pela forma como o consumidor está sendo tratado em suas lojas. E isso fica claro para mim na declaração que foi feita hoje:
     "O Nacional Supermercados reitera seu compromisso com a segurança alimentar e com a qualidade da experiência de compra dos clientes. A empresa informa que está em contato com as autoridades fiscalizadoras e tomando todas as providências cabíveis para o caso."
     Se eles quisessem que as coisas mudassem, não seria postada uma nota para a imprensa, mas o presidente da rede chamaria todo mundo e declararia em alto e bom som que eles reconhecem o erro e em um determinado prazo esse tipo de situação não voltaria a acontecer. Ou seja, faria um compromisso público de mudança.
     Se isso acontecesse, as pessoas perceberiam a seriedade e a verdade dos dirigentes da empresa e estariam torcendo pela recuperação da marca. Mas é muito mais fácil se esconder atrás de uma nota à imprensa e dizer que vai acertar sua vida com as autoridades fiscalizadoras.
     O que o Nacional não consegue enxergar é que o problema deles é falta de amor ao cliente, a razão deles existirem. E eles  vão conseguir perder a oportunidade de ter um novo começo. Nem São Philip Kotler salva essa empresa do abismo.
     Será que eles nunca ouviram o credo n° 3 do marketing 3.0:  Proteja seu nome, deixe claro quem é você.









quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Lojas Manlec pede recuperação judicial

     Saiu hoje em todos os jornais que a Manlec entrou com um pedido de recuperação judicial, devido a dívidas de mais de R$ 100 milhões. E já demitiu 117 funcionários como forma de redução de custos. A Manlec foi fundada em 1953 em Porto Alegre e hoje tem uma rede de 38 lojas em operação. Atua no ramo de eletrodomésticos, eletroeletrônicos, bazar, informática, camping e bicicletas, além de uma variada linha de móveis, origem da sua história.
     Eu comecei a pensar sobre o que pode ter gerado essa situação. Será que foi um erro no plano estratégico da empresa? Será que ela não soube se posicionar perante a forte concorrência do setor? Tomou decisões erradas no plano financeiro? Qualquer pessoa que não conheça a situação bem de perto vai fazer, no máximo, algumas conjecturas, mas dificilmente vai saber precisamente o que levou a esse processo. O advogado da Manlec sr. João Medeiros afirmou que "a única forma de salvar a empresa era a recuperação judicial”. Será a única mesmo?
     Este comentário de alguém que está distante tem por objetivo refletir um pouco sobre a forma como a Manlec está tratando seu ativo importante: o cliente. Eu tenho uma teoria de que as empresas que não ouvem o cliente e não prestam atenção nas suas reclamações, as quais são uma fonte muita rica de analisar e corrigir problemas antes que se tornem insustentáveis, acabam por não sobreviver no mercado.
     Resolvi olhar no site Reclame Aqui para ter uma percepção de como os consumidores estão enxergando a empresa. De primeira, já percebi que a reputação da loja é ruim. Nos últimos 12 meses foram feitas 163 reclamações, tendo 140 sido atendidas e 23 não atendidas. A nota média do consumidor foi de 3,38. Mas o dado mais curioso é de que apenas 20,5% dos reclamantes voltariam a fazer negócios com a empresa. É um número muito baixo. Os consumidores, ao reclamarem, deram uma oportunidade para que a empresa revisse seus erros e reconquistasse o cliente, porém a Manlec não conseguiu fazer isso. Não é possível agradar a todos, mas esse tipo de situação tem sido muito bem aproveitada por outras companhias para reverter situações negativas, e obter novas compras de seus clientes.
     E loja que não deixa o consumidor satisfeito, perde-o para o concorrente e concorrência é o que não falta para o ramo de atividade da empresa. Em seu livro Marketing 3.0, Kotler nos ensina os 10 credos do marketing 3.0. Vou repassar dois que em meu entendimento não foram seguidos pela Manlec.
     Credo 1 - Ame seus clientes e respeite seus concorrentes. Pergunta: como você vai amar quem você não conhece? As reclamações são uma grande oportunidade de conhecer melhor o cliente e atender suas necessidades.
     Credo 7: Conheça seus clientes, cultive-os e conquiste outros. Pergunta: Ouvir as reclamações dos consumidores não seria uma boa maneira de conhecê-los, cultivá-los e obter indicações para conquistar novos clientes?
     Espero que a Manlec se recupere, até mesmo porque seu fechamento causaria o desemprego de muitas pessoas. Tenho uma boa lembrança da Manlec, pois quando eu tinha 16 anos, foi lá que eu comprei minha primeira bicicleta, e esse foi o meu primeiro patrimônio. Mas nos últimos 10 anos eu não lembrei da Manlec uma única vez para comprar algum produto. Fica minha pergunta: quando as empresas vão ouvir seus clientes?


domingo, 17 de agosto de 2014

Uma empresa à beira do precipício

     Resolvi fazer um teste e fui fazer algumas compras no Supermercado Nacional. Eu tinha uma vaga esperança de algo poderia estar diferente, de que poderia ter melhorado, mas em menos de cinco minutos descobri que não estava mais igual, estava muito pior. Clique aqui para ler meu post anterior sobre essa empresa.
     Haviam apenas três caixas para atender os clientes num sábado a tarde, dia em que a maioria das pessoas vai ao supermercado para fazer as compras para o churrasco do fim de semana e o que for necessário para a semana seguinte.
     Pensei comigo: alguém deve ter ouvido que quanto mais tempo o cliente fica dentro da loja, mais ele compra, então resolveram aplicar isso ao contrário. Quanto mais tempo ele ficar nessa fila, nunca mais ele volta. Enquanto isso, ouvi duas senhoras conversando: essa loja vai fechar, olha aí o número de caixas. Estão cortando custos de tudo que é jeito.
     Quando cheguei no caixa, a pessoa que me atendeu foi gentil em me dar uma dica de preço. Eu comprei creme dental da marca Sorriso, que é barato comparando com outras marcas. Ela me informou que o Close Up estava custando apenas R$ 1,00. O preço normal é R$ 6,00, mas eles erraram no sistema e estava passando por R$ 1,00. Essa pessoa também me disse que eu devia tomar muito cuidado com as mercadorias vencidas, porque a loja está cheia desse tipo de produto, mas a gerência não tira da gôndola. Depois ouvi essa mesma pessoa comentando com uma colega que ela estava com uma unha encravada e que iria faltar no dia seguinte, afinal não iria fazer diferença, eles não se importam com os funcionários mesmo.
     Após isso, quando estava me dirigindo ao estacionamento, resolvi perguntar à pessoa que recolhe os carrinhos, o porque de estar faltando tanta gente. Ele me disse que alguns colegas estavam de férias, outros estavam de atestado e que o pessoal ganha muito pouco pra trabalhar no supermercado. Então é um emprego passageiro até conseguir algo melhor.
     Fiquei analisando: será que o Nacional sabe o que está acontecendo? Será que eles estão realmente lutando para valorizar a marca? Será que eles estão sofrendo com a concorrência visto que o Zaffari é amado por seus clientes e todo mundo está falando mal do Nacional? Se a direção não demonstra compromisso com o seu negócio, porque os funcionários deveriam ter?
     Mas no final de tudo, só posso dizer uma coisa: se essa empresa não está à beira do precipício, então não sei o que todas essas informações querem dizer. Alguma ideia diferente?






domingo, 13 de julho de 2014

Homenagem ao campeão da copa do mundo de futebol 2014

     Pode-se dizer que a seleção de futebol da Alemanha literalmente pintou o sete no jogo contra o Brasil na semifinal da copa. O Brasil estava totalmente desorganizado em campo e não precisou nem de um assoprão para cair. Foi uma derrota humilhante e vergonhosa. Mas a verdade tem que ser dita: a Alemanha apresentou o melhor futebol dessa copa.
     Bem, como o objetivo deste post é homenagear os organizados alemães, nada melhor do que curtir um bom rock and roll de uma banda alemã que para mim é uma das melhores de todos os tempos: o Scorpions. A banda foi fundada em 1965 em Hanover na Alemanha. Eles lançaram o primeiro álbum em 1972 com o título Lonesome Crow.
     A música em destaque neste comentário é Sails Of Charon, lançada no álbum Taken By Force de 1977. O line up do Scorpions era composto por Klaus Meine no vocal, Rudolf Schenker na guitarra ritmica, Uli Jon Roth na guitarra solo, Francis Buchholz no baixo e Rudy Lenners na bateria.
     A faixa se destaca pela guitarra psicodélica do extravagante Uli Jon Roth, que fez a banda caminhar pelo tipo de música rock que estava sendo feito nos anos 1960/70. Talvez essa música não seja tão conhecida na atualidade, pois Roth acabou saindo da banda em 1978 e os álbuns subsequentes foram muito comerciais. Essa música já foi regravada por várias bandas como Testament e Malmsteen.
     Cabe destacar, ainda, a memorável apresentação do Scorpions no Rock in Rio de 1985. Enfim, o Scorpions é rock campeão mundial, justamente como a seleção de futebol da Alemanha fez hoje no Maracanã.




Clipe de Sails of Charon



Show do Scorpions no Rock in Rio de 1985

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Mas o que o rock tem a ver com música sertaneja?

     O rock e a música sertaneja são como água e azeite, não se misturam, são de turmas diferentes. Quando alguém pensa em música sertaneja logo lembra de dor de cotovelo e outras dores provenientes de um amor não correspondido, traições, brigas etc. E quando alguém pensa em rock lembra de energia, contestação do status quo, liberdade e a alegria de um grande amor.
     Acontece que algumas bandas tem o seu momento de música sertaneja e lançam algumas músicas de cortar o coração. Esse é o caso da banda escocesa Nazareth, que debutou em 1971 com o álbum homônino Nazareth. Até que em 1975, no álbum The Hair Of The Dog, veio a pérola Love Hurts, que é um dos seus maiores sucessos, e que com certeza você já deve ter ouvido antes.
     A formação do Nazareth nesse álbum tinha Dan McCafferty no vocal, Manny Charlton na guitarra, Pete Agnew no baixo e Darrel Sweet na bateria. Destacam-se na música a guitarra de Charlton e a voz rasgada de McCafferty, que consegue passar toda a emoção daquilo que está cantando. Então, é isso que acontece, o rock somente encontra o sertanejo quando uma banda lança uma dessas músicas de cortar o coração e que é capaz de fazer você chorar se não estiver bem seguro de si.
     Se você está amando loucamente ou acabou de sair de um relacionamento que te deixou em frangalhos, essa é a sua música.



Clipe para você curtir "Love Hurts"



Segue abaixo um ótimo cover cantado pela tcheca Gabriela Gunčíková

sábado, 28 de junho de 2014

E agora, quem defenderá o consumidor?

     Quando o consumidor tem uma reclamação a fazer sobre algo que deu errado em sua relação de consumo, a quem ele deve recorrer para resolver seu problema? A resposta mais óbvia seria reclamar com a empresa que lhe vendeu o produto ou prestou o serviço. Porém, todos sabemos que muitas empresas não tem o mínimo interesse em ouvir o consumidor e solucionar um problema que ela mesmo deu origem. No Brasil, o descaso das operadoras de telefonia celular com seus clientes só pode ser descrito com uma palavra: vergonha. Infelizmente, não existe uma única que se salve dessa avaliação negativa.
     Como as empresas não resolvem, a segunda opção é registrar uma reclamação em sites como o reclame aqui ou o reclamão. O passo seguinte é perder um tempo precioso junto ao Procon, que com uma estrutura deficiente não consegue dar conta do recado. Resta ao consumidor buscar seus direitos ingressando com uma ação na justiça, a qual pela sua lentidão, demora muito tempo até pronunciar uma decisão. Já tive oportunidade de comparecer a audiências no JEC - Juízado Especial Cível (mais conhecido como pequenas causas) e observar que operadoras de telefonia celular e bancos são os campeões de reclamatórias. Isso que o Código de Defesa do Consumidor foi sancionado através da lei 8.078 em 11/09/1990. Ou seja, já se passaram mais de 25 anos e o consumidor ainda sofre muito para resolver seus problemas.




     Diante desse cenário, acabei de saber de duas iniciativas interessantes tomadas pelo poder público que trazem um pouco de ânimo. A primeira é do CNJ - Conselho Nacional de Justiça, que com o objetivo de aprimorar os Juizados Especiais Cíveis, firmou um termo de cooperação técnica com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o Banco do Brasil, a Federação Brasileira de Telecomunicações (Febratel) e os tribunais de Justiça com o intuito de dar maior celeridade e efetividade ao trâmite de processos de menor complexidade. Assim, essas empresas serão citadas eletrônicamente em todos os processos, eliminando atividades burocráticas desempenhadas pelos servidores dos cartórios judiciais, como expedição de cartas de citação, conferência de dados, localização e juntada de avisos de recebimentos (ARs) das citações postais. Os demandados se darão por citados por e-mail ou por meio de acesso direto ao sistema eletrônico dos tribunais.
     Os bancos Itaú, Bradesco, Santander, HSBC, Citibank e Bonsucesso já aderiram ao termo assinado entre o CNJ e a Febraban. O acordo firmado pela Febratel teve adesão das empresas Claro, Embratel, GVT, Telefonica e Tim.
  A segunda é do Ministério da Justiça que lançou o portal www.consumidor.gov.br no último dia 27/06/2014. É um serviço público para a solução de conflitos de consumo por meio da internet. A participação das empresas é voluntária e ocorre mediante assinatura de termo no qual se comprometem a conhecer, analisar e investir todos os esforços disponíveis para a solução dos problemas apresentados pelos consumidores, que por sua vez também terão que se identificar para realizar reclamações. O portal está disponível para o estados do Acre, Amazonas, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro,  São Paulo e no Distrito Federal.  A previsão é que a partir de 1º de setembro seja implementado para o restante do País.
     Essas iniciativas não resolverão todos os problemas das relações de consumo, mas são passos importantes para defender o elo mais fraco dessa relação, que é o consumidor. Mas fica uma pergunta: quando as empresas ouvirão as reclamações de seus consumidores?

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Eliane Zanluchi: uma professora que faz sentido

    Este post é uma homenagem à querida professora Eliane Zanluchi. Ela ministrou a disciplina de Fundamentos de Marketing no MBA em Marketing Estratégico da Unisinos - Porto Alegre. Minutos antes da primeira aula começar, ela colocou para tocar algumas músicas da cantora Anita, e é claro que eu pensei que ela não tinha um bom gosto musical, pelo menos no meu ponto de vista. Mas, na verdade, essa era a primeira lição que ela nos passou: quando vocês forem trabalhar em alguma empresa, o que vale são os interesses de quem te contratou e as suas opiniões pessoais não podem influenciar o trabalho que precisa ser realizado. É preciso manter a mente aberta.
     Tive oportunidade de aprender sobre as principais tendências do marketing no momento, mas confesso que o mais me impressionou foram os ensinamentos do marketing 3.0. Isso fez muito sentido para mim. Pessoalmente, penso que os princípios do marketing 3.0 são a resposta para muitos negócios que estão sem rumo aplicarem para permanecer no mercado e serem lucrativos. É, com certeza, o caminho para que as empresas obtenham resultados acima da média.
     As aulas da professora Zanluchi foram muito interessantes, não apenas pelo conteúdo, mas também pela forma como ela transmitiu os ensinamentos. Valeu a pena investir esse tempo toda semana em busca do conhecimento que vai ajudar a me colocar em um novo patamar profissional em minha carreira,
     Obrigado professora!!! Algumas coisas que você ensinou são muito loucas, mas fazem sentido.





sábado, 14 de junho de 2014

A arte de perder clientes - estrelando: Nacional Supermercados

     Durante anos comprei no Nacional Supermercados por um grande motivo: as lojas são pequenas e fica fácil de localizar rapidamente aquilo que eu preciso, facilitando a vida de pessoas apressadas como eu, embora muitas vezes demore mais no caixa devido as filas e a falta de preparo do operador de caixa.
     Porém, notei que a qualidade caiu muito nos últimos tempos na loja em que costumava comprar. E pelos comentários que ouço aqui e ali não é um problema localizado em uma única loja.
     Segue abaixo uma lista de alguns problemas que tenho visto:
     - Produtos sem preço na gôndola;
     - Venda de produtos vencidos;
     - Produtos com um preço na prateleira e outro no sistema (sempre a maior no sistema);
     - Sujeira em várias partes da loja;
    - Colaboradores que não sabem direito o que fazer, demonstrando falta de treinamento;
     Eu diria que das últimas dez compras que realizei, em cinco delas, ao passar pelo caixa, tive que reclamar do preço errado. Na segunda vez, utilizei meu celular para fotografar o preço do produto para mostrar ao fiscal de caixa esse erro. Uma experiência desalentadora.


     Isso me lembra os dez credos do marketing 3.0 de Philip Kotler, no qual o primeiro é: Ame os clientes. Respeite os seus concorrentes. No caso do Nacional Supermercados, eles inverteram essa lógica, a qual passou a ser: odeie os clientes e ame os seus concorrentes. Percebo que eles não querem que eu continue comprando em suas lojas, eles querem me mandar para o concorrente. Então ok, estou migrando para o Zaffari. Terei que me acostumar com as lojas grandes e talvez até tenha que fazer um mapa para achar aquilo que eu geralmente compro, mas tenho certeza que não encontrarei os problemas acima.
     Você passou ou está passando por uma experiência parecida? 



Vídeo do professor Marins com 10 dicas para perder clientes


domingo, 25 de maio de 2014

Vida longa ao rock and roll

     A banda inglesa Rainbow foi criada pelo guitarrista Ritchie Blackmore em 1975. Ele vinha tocando na famosa banda Deep Purple, porém não concordava com as influências do funk que a banda estava colocando em suas músicas. Então, resolveu sair fora desse barco e começar algo que voltasse ao estilo de música que ele realmente gostava: o rock and roll.

     Para essa empreitada ele chamou o vocalista Ronnie James Dio (1942-2010), um baixinho com voz de gente grande que integrava a banda Elf e que vinha abrindo os shows da turnê do Deep Purple. Além dele, compuseram a banda em seu início o tecladista Mickey Lee Soule, o baixista Craig Grubler e o baterista Gary Drisccoll. A banda passou por muitas mudanças em sua formação principalmente por dificuldades de relacionamento com o genioso Blackmore.

     Até que em 1978 o Rainbow lançou o seu terceiro album de estúdio: Long Live Rock 'n' Roll. Além da faixa-título, o disco contém as ótimas Gates Of Babylon e Kill The King. Mas vamos focar na bela declaração que é Long Live Rock 'n' roll. A bateria começa rufando forte na caixa para a entrada triunfal da inspiradora guitarra de Ritchie Blackmore, preparando o caminho para Ronnie James Dio dizer tudo o que precisa ser dito em alto e bom som a respeito desse estilo de música que inspirou várias gerações a lutar contra o status quo e começar algo novo neste planeta.

     Uma música com a energia do rock do começo ao fim. Agora, aumente o volume e cante junto: vida longa ao rock 'n' roll!!!
   


     Dedico essa música para o meu amigo e irmão Cezar Alves (e família), que tocou bateria em nossa banda Pedras Vivas Gospel Rock, até que foi necessário se mudar para Santa Maria (RS) e começar uma nova etapa em sua vida. Let's rock the world!!!


Observação: Disponibilizo o mesmo vídeo tendo como fonte o Youtube visto que alguns sistemas android não estão reconhecendo o vídeo postado no blog.